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Investimento

Quanto custa um sistema sob medida

Não existe preço de tabela — mas existe uma lógica clara por trás do valor. Aqui está o que faz um projeto custar mais ou menos, para você avaliar o seu caso antes mesmo de conversar.

escopo · investimento

O que move o valor

Processos cobertos
Perfis de usuário
Integrações
Migração de dados

Entrega em etapas

1
2
3

Começa pelo que resolve a dor mais cara. Você usa, e o resto entra depois.

pesa mais no valorpesa menos
Ilustração — não é a tela de um cliente.

A pergunta certa não é "quanto custa", é "quanto custa não ter"

Antes de olhar o investimento, vale medir o que o processo manual já consome hoje: horas da equipe refazendo o que o sistema faria sozinho, pedido perdido, retrabalho por digitação errada, decisão tomada com número velho.

Esse valor não chega como boleto, e por isso quase ninguém o calcula. Mas é ele que define se o projeto se paga em meses ou em anos — e é a primeira conta que fazemos com você, antes de qualquer proposta.

O que faz o preço subir ou descer

Seis fatores explicam quase toda a diferença entre um projeto curto e um projeto grande.

Quantos processos entram

Um sistema que resolve um processo custa uma fração de um que cobre a empresa inteira. É o fator que mais pesa — e o mais fácil de controlar.

Quantos perfis de usuário

Todo mundo vendo tudo é simples. Vendedor, supervisor e financeiro com telas e permissões diferentes multiplica o trabalho.

Com o que precisa conversar

Sistema isolado é mais barato. Integrar com ERP, marketplace, banco ou máquina depende da qualidade da documentação do outro lado.

Se precisa de tempo real

Tela que atualiza sozinha, rastreamento e leitura de sensor exigem arquitetura diferente de um cadastro comum.

Se tem aplicativo

App para celular é um projeto a mais, com publicação nas lojas e manutenção própria. Muitas vezes um site que funciona bem no celular resolve.

Volume e histórico

Centenas de registros por dia e milhões de registros pedem cuidados de banco que projeto pequeno não precisa.

Como trabalhamos o investimento

  1. 1

    Conversa inicial, sem custo

    Trinta minutos para entender o processo. Saímos dali com o problema mapeado e uma ordem de grandeza — não uma proposta formal.

  2. 2

    Escopo da primeira etapa

    Recortamos o que resolve a dor mais cara e cabe em poucas semanas. Você recebe valor fechado e prazo dessa etapa.

  3. 3

    Entrega e uso real

    O sistema entra em operação. É aqui que aparecem os ajustes que nenhuma reunião previa.

  4. 4

    Você decide o próximo passo

    Com o primeiro resultado na mão, dá para escolher continuar, mudar a prioridade ou parar. Sem contrato longo prendendo a decisão.

Perguntas frequentes

Por que vocês não publicam uma tabela de preços?
Porque preço de sistema sob medida sem entender o processo é chute — e chute costuma vir alto, para o fornecedor se proteger. Preferimos uma conversa de trinta minutos e um valor fechado que a gente sustenta, em vez de um número grande no site que assusta quem talvez tivesse um projeto simples.
Então como eu tenho uma ideia antes de conversar?
Pelo tamanho do problema. Um sistema que organiza um processo específico — pedidos, ordens de serviço, controle de contratos — é um projeto curto. Um que substitui a operação inteira, com vários perfis, integrações e app, é outro patamar. Se você descrever o processo por WhatsApp, damos uma ordem de grandeza antes de qualquer reunião.
Preciso pagar tudo de uma vez?
Não. Dividimos em etapas: a primeira resolve a dor mais cara e já entra em uso; as seguintes vêm depois, com o sistema rodando. Isso reduz o desembolso inicial, e você decide continuar (ou não) vendo resultado, em vez de assinar um projeto grande no escuro.
É mais barato que pagar mensalidade de um sistema pronto?
Depende do prazo. O sistema pronto tem entrada baixa e custo que nunca termina — e sobe conforme você cresce em usuários. O sob medida tem investimento concentrado no início e depois só sustentação. Em processos que são o diferencial da empresa, costuma se pagar; em necessidade comum, o pronto pode ser a escolha certa, e a gente diz isso.
O que está incluído no valor?
Levantamento do processo, desenho das telas, desenvolvimento, testes, publicação na nuvem e acompanhamento no início do uso. Fora do valor ficam custos de terceiros que são seus e você contrata direto: servidor, domínio, gateway de pagamento e serviços externos.
E depois que entrega, tem custo?
Existe a sustentação: manter no ar, backup, monitoramento, corrigir o que aparecer e evoluir o sistema. É um valor mensal proporcional ao tamanho do que está rodando, combinado antes. Sistema sem manutenção envelhece e vira risco.
Como faço para reduzir o custo do meu projeto?
Três coisas ajudam muito: começar pelo processo que dói mais em vez de tudo de uma vez; ter claro quem usa o sistema e o que cada um precisa fazer; e aproveitar o que já existe, integrando em vez de substituir. Na conversa inicial apontamos onde dá para cortar sem perder o resultado.

Descreva o seu processo e receba uma estimativa

Sem reunião obrigatória: conte por escrito o que trava a operação hoje e devolvemos uma ordem de grandeza em até um dia útil.

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