Software de manutenção industrial
Plano preventivo que cobra sozinho, ordem de serviço no celular do técnico, histórico que não vai embora com quem sabe e o custo real de cada equipamento — para decidir reformar ou trocar com número na mão.
- OS 1042Trefila 02concluída
- OS 1043Compressorconcluída
- OS 1044Ponte rolanteprogramada
- OS 1045Serra 01atrasada
Preventivas do mês
Quando a manutenção corretiva já saiu cara demais
Manutenção reativa não aparece como custo de manutenção: aparece como produção perdida, hora extra e compra de peça em regime de urgência.
- A manutenção só é chamada quando a máquina já parou.
- O histórico de cada equipamento está na cabeça de quem está há mais tempo na casa.
- Ninguém sabe dizer quanto uma máquina custou de manutenção no ano.
- A peça crítica acaba justamente no dia em que ela é necessária.
- O plano preventivo existe no papel, mas não há como provar que foi cumprido.
O que o sistema entrega
O cadastro é o da sua planta: os equipamentos, os planos e as causas de falha que a sua equipe já usa.
Plano preventivo que cobra
Cada equipamento com o seu plano e a sua periodicidade. O sistema avisa quem precisa executar e registra quem executou — preventiva deixa de depender de lembrança.
Ordem de serviço no celular
Abertura, execução e baixa pelo próprio técnico, com foto e observação. Funciona onde não há sinal e sincroniza quando volta.
Histórico por equipamento
Tudo que já aconteceu com aquela máquina num lugar só — inclusive depois que o técnico que sabia de cor sair da empresa.
Estoque de peça crítica
O que tem, o que está acabando e o que costuma faltar, ligado às ordens de serviço que consumiram cada item.
Custo por máquina
Quanto cada equipamento consumiu em peça e em hora de equipe. É esse número que sustenta a decisão de reformar ou trocar.
Preditiva onde se paga
Com a máquina já lida por sensor, o alerta pode vir antes da quebra. Indicamos só onde isso se justifica — nem todo equipamento compensa.
Perguntas frequentes
- Isso é um CMMS?
- Cumpre o mesmo papel, com outro modelo. CMMS de prateleira costuma cobrar por usuário e trazer campos obrigatórios que não são da sua realidade — o que faz o técnico preencher qualquer coisa para conseguir fechar a ordem. Aqui o cadastro é o da sua planta, e o sistema é seu, sem licença por técnico adicionado.
- Preciso instalar sensores para começar?
- Não. A maior parte do ganho vem antes de qualquer sensor: plano preventivo cobrado, histórico centralizado e custo por equipamento. Sensor entra depois, e só onde a parada é cara o bastante para justificar — normalmente um punhado de máquinas, não todas.
- Meus técnicos não são muito de computador. Vai funcionar?
- É a primeira coisa que tratamos. A tela do técnico é feita para ser usada com a mão suja e no celular: poucos campos, lista de causas que ele já conhece, foto no lugar de texto longo. Se fechar uma ordem der trabalho, o sistema morre em dois meses — isso vale mais que qualquer recurso da lista.
- Dá para trazer o histórico que já tenho em planilha?
- Sim, e vale a pena. Importamos o cadastro de equipamentos e o histórico que existir, mesmo bagunçado — é o que faz o sistema já nascer útil, em vez de começar vazio e levar um ano até ter memória.
- Como isso conversa com o supervisório?
- Quando existem os dois, a parada detectada pela máquina pode abrir a ordem de serviço sozinha, e o histórico de manutenção passa a explicar o que o painel mostra. Mas um não depende do outro: dá para começar por qualquer um dos dois.
- Vocês entendem de manutenção ou só de software?
- As duas coisas — nosso time soma 25 anos de indústria, com passagem por manutenção e automação e por projeto de máquina. Na prática isso muda o que o sistema pede na tela: quem já preencheu ordem de serviço no chão de fábrica sabe qual campo é útil e qual só existe para atrapalhar quem está com a máquina parada esperando.
Vamos olhar o seu plano de manutenção?
Conte quantos equipamentos são e como o plano é controlado hoje. Em até um dia útil respondemos com um caminho.
Falar com a Volvi