Site para indústria
Catálogo com ficha técnica, pedido de orçamento que chega completo e prova para quem compra equipamento caro — escrito na língua de quem compra máquina, por um time com 25 anos de chão de fábrica.

Quando o site está custando venda
Indústria costuma ter produto bom e site que não conta isso. O comprador técnico percebe em dez segundos.
- O catálogo da empresa é um PDF de 2019 que o vendedor manda pelo WhatsApp.
- O cliente liga perguntando ficha técnica que deveria estar no site — e o site não tem.
- Pedido de orçamento chega sem modelo, sem quantidade, sem cidade, e alguém precisa ligar de volta para perguntar tudo.
- Vocês vendem para o Brasil inteiro, mas o site parece de uma oficina de bairro.
- Concorrente menor aparece na frente no Google porque o site dele explica o produto e o seu não.
O que entra num site de indústria
Não é o site institucional com foto de fábrica. São seis partes pensadas para o comprador técnico.
Catálogo com ficha técnica
Cada máquina ou linha com página própria: capacidade, dimensões, potência, aplicação, foto e desenho. É o que o engenheiro do cliente procura antes de ligar — e o que o Google indexa.
Pedido de orçamento que chega completo
Formulário por produto, com os campos que o comercial precisa: modelo, quantidade, aplicação, cidade. Chega por e-mail e no CRM, sem ligação de volta para perguntar o básico.
Prova para quem compra equipamento caro
Clientes atendidos, setores, certificações, fotos reais de fábrica e de máquina instalada. Compra industrial é decisão de risco; o site precisa reduzir o risco percebido.
Área do cliente e documentação
Manuais, lista de peças, vídeos de operação e histórico de pedidos atrás de login. Tira carga do pós-venda e prende o cliente pela conveniência.
Painel para o comercial atualizar
Novo modelo, preço de peça, foto de instalação — publicados pela própria equipe, sem programador. Catálogo desatualizado é o que mata a credibilidade.
Feito por quem conhece o chão de fábrica
Metade do nosso time passou 25 anos na indústria. Sabemos o que é setup, refugo, ficha técnica, e escrevemos o site na língua de quem compra máquina — não na de agência.
Do site ao sistema, sem trocar de fornecedor
A tela no topo é de um supervisório industrial que entregamos — cadastro de máquinas com estado de conexão e produção. Mostramos aqui de propósito: a mesma empresa que faz o seu site sabe fazer o sistema que roda a sua fábrica.
Na prática isso significa que o site pode nascer já conversando com o que existe — ERP, CRM, sistema de orçamento — e crescer para área do cliente, portal de peças ou apontamento de produção sem jogar nada fora e recomeçar em outra plataforma.
Perguntas frequentes
- O que muda num site de indústria em relação a um site comum?
- O comprador. Quem compra equipamento industrial é técnico, decide com base em ficha técnica e referência, e pesquisa muito antes de falar com vendedor. O site precisa responder as perguntas técnicas, mostrar prova de que a empresa entrega e facilitar o pedido de orçamento com os dados certos. Site institucional genérico, com texto de agência e foto de banco de imagem, não convence esse comprador — e às vezes afasta.
- Vocês entendem do meu produto?
- Se for máquina, processo ou automação industrial, provavelmente mais do que qualquer outra empresa de site que você vá encontrar: metade do nosso time passou 25 anos na indústria, em manutenção, automação, produção e projeto de máquina. Isso encurta a primeira reunião e evita o site que descreve trefila como 'solução inovadora'.
- Quanto tempo leva?
- De 4 a 8 semanas, dependendo do tamanho do catálogo. O que mais atrasa é reunir ficha técnica, foto e desenho de cada produto — e é justamente o que dá valor ao site. Ajudamos a montar a planilha de produtos e começamos pelas linhas que mais vendem.
- Dá para integrar com o ERP ou com o sistema de orçamento?
- Sim. Pedido de orçamento pode entrar direto no CRM ou no ERP, e o catálogo pode ler preço e disponibilidade de lá em vez de ser digitado duas vezes. Fazemos integração com sistemas de gestão como parte do trabalho — é a mesma engenharia dos sistemas industriais que entregamos.
- Vocês atendem indústria fora de Alagoas?
- Sim, e é o mais comum: indústria compra de fornecedor de qualquer estado. Somos de Maceió, atendemos presencialmente em Alagoas, e o trabalho em si é remoto — os sistemas industriais que temos rodando estão em plantas de outros estados.
- Quanto custa um site para indústria?
- Fica entre um site institucional e uma loja virtual, dependendo do tamanho do catálogo e das integrações. Você recebe o valor fechado antes de começar; a lógica do orçamento está na página sobre quanto custa um site.
Vamos olhar o site da sua indústria?
Conte o que você fabrica e para quem vende. Em até um dia útil respondemos com o caminho — começando pelo catálogo das linhas que mais vendem.
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