Software escrito por quem
já esteve na operação
A Volvi é uma empresa de desenvolvimento de software. O que nos distingue não é a linguagem de programação que usamos — é que metade da casa passou 25 anos dentro da indústria que o software tem de servir.
- Base
- Maceió, Brasil
- Indústria na equipa
- 25 anos
- Setores atendidos
- 05
- Atendimento
- Remoto em Portugal e na Europa
Duas trajetórias que raramente se cruzam
A Volvi nasceu do encontro entre o desenvolvimento de software e 25 anos de chão de fábrica — manutenção e automação, produção e processo, gestão de fábrica e projeto de máquinas.
É uma combinação menos comum do que parece. O software para a indústria costuma ser escrito por quem nunca entrou numa fábrica, e isso nota-se no ecrã: painéis cheios de indicadores que ninguém usa, e sem o número que decide o turno.
Na prática, isso muda a primeira reunião. Não perde tempo a explicar o que é um setup, uma paragem programada ou uma peça rejeitada — e conseguimos dizer o que não vale a pena automatizar antes de investir nisso.
A equipa está no Brasil e trabalha remotamente, na mesma língua. As entregas e o acompanhamento funcionam da mesma forma no mesmo bairro ou do outro lado do Atlântico.

Cinco setores, a mesma engenharia
A frente industrial é onde temos vantagem de origem. As outras são onde essa mesma engenharia se aplica — e todas já estão em funcionamento.
- 01
Indústria
Supervisão de máquinas, registo de produção e manutenção preventiva.
- 02
Logística
Localização de frota em tempo real, alertas configuráveis e relatórios.
- 03
Retalho
Loja online com pagamento integrado e painel financeiro para os sócios.
- 04
Serviços financeiros
Plataforma financeira com automação de comissões multinível e contratos digitais.
- 05
Dados e cloud
Engenharia de dados e otimização SQL no Google Cloud para uma grande cadeia de retalho.
Começa pequeno, e é o cliente que decide o resto
Um projeto grande fechado de uma só vez é onde o software costuma correr mal: o âmbito é decidido quando ainda ninguém sabe o suficiente. Preferimos etapas curtas com resultados em uso.
- 01
Perceber o processo
Antes de propor seja o que for, mapeamos como o trabalho acontece hoje, incluindo o que é feito em papel e o que só existe na cabeça de alguém. É aqui que aparece o que não vale a pena automatizar.
- 02
Delimitar a primeira etapa
Escolhemos a parte que resolve o problema mais caro e cabe em poucas semanas. Preço e prazo fechados para essa etapa, não para o projeto inteiro imaginado.
- 03
Pôr em funcionamento
O sistema entra em uso real. É aí que surgem os ajustes que nenhuma reunião previu — e é por isso que a primeira etapa é curta de propósito.
- 04
Evoluir com o negócio
Com o primeiro resultado na mão, decide continuar, mudar a prioridade ou parar. Sem contratos longos a prender a decisão.
Vamos conversar sobre o seu processo?
Diga-nos o que trava a operação hoje. No prazo de um dia útil recebe um caminho claro — sem compromisso.
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