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Automação

Automação de processos para PME

Relatórios que se montam sozinhos, lembretes de cobrança que saem no vencimento, clientes avisados sem ninguém se lembrar, fluxos de aprovação com registo de quem aprovou. Começamos pelo mapa do processo tal como ele é — e dizemos onde a automação não compensa.

Quando automatizar passa a compensar

O sinal é sempre o mesmo: uma pessoa a fazer, todas as semanas, o que uma rotina faria em segundos — e o processo a parar quando ela falta.

  • Todas as semanas alguém monta o mesmo relatório à mão, a partir das mesmas fontes, e envia-o por e-mail.
  • O cliente pergunta «e a minha encomenda?» porque ninguém avisou que saiu, e a resposta obriga a abrir três ecrãs.
  • Uma fatura em atraso só é descoberta quando a tesouraria aperta, não no dia em que venceu.
  • Aprovar uma compra, uma folga ou um desconto passa pelo WhatsApp, e depois ninguém sabe quem aprovou.
  • A empresa cresceu e o processo continua a depender de uma pessoa que sabe onde está tudo.

O que entregamos

Seis peças, do mapa ao rasto. Nem todas as PME precisam das seis.

Mapa do processo tal como ele é

Antes de automatizar, desenhamos o fluxo real, com os desvios, as exceções e o que se decide de cabeça. É aqui que aparece o passo que não precisava de existir — automatizá-lo seria acelerar um erro.

Rotinas à hora certa

Relatório gerado e enviado sozinho, conciliação bancária a correr de madrugada, lembrete de cobrança enviado no vencimento, cópia de segurança testada. Com registo do que correu e alerta quando falha.

Aviso automático a quem precisa

O cliente sabe que a encomenda saiu, o gestor sabe que o stock chegou ao mínimo, o comercial sabe que a proposta foi aberta. Por WhatsApp, e-mail ou dentro do sistema, sem ninguém ter de se lembrar.

Fluxos de aprovação com rasto

Compra, desconto, folga, plafond de crédito: quem pode aprovar o quê, até que valor, e o registo de quem aprovou e quando. Acaba a aprovação por mensagem de voz.

Documento gerado a partir dos dados

Proposta, contrato, ordem de trabalho, etiqueta, guia de transporte: preenchidos pelo sistema com o que já está na ficha, não copiados de um modelo em Word.

A regra do que não automatizar

Processo que muda todas as semanas, decisão que depende de contexto que não está em dado nenhum, tarefa que acontece duas vezes por ano. Dizemos onde a automação não compensa antes de investir.

Perguntas frequentes

Automação de processos é RPA?
O RPA é uma forma de automatizar: um robô que imita cliques num ecrã, útil quando o sistema não tem outra porta. Preferimos, sempre que possível, integrar por API ou base de dados, que é mais estável e não se parte quando o ecrã muda. Usamos RPA só onde é o único caminho. O que vendemos não é a ferramenta, é o processo a funcionar sem ninguém a escrever o mesmo duas vezes.
Por onde começar?
Pela tarefa repetitiva mais cara: a que consome mais horas por semana ou a que, quando falha, custa mais (cobrança esquecida, encomenda sem aviso). A automação de um processo costuma ficar pronta em semanas e mostra logo se o caminho compensa. O resto entra depois, com a primeira a correr.
Preciso de ter um sistema para automatizar?
Precisa de dados em algum lado: um sistema, uma folha de cálculo organizada ou um ERP (Sage, PHC, Primavera, Moloni). Se hoje tudo vive em papel e na cabeça de alguém, a primeira etapa é pôr o processo num sistema, e a automação vem com ele. Se já tem sistema, automatizamos em cima dele, integrando.
A automação vai substituir pessoas?
Substitui a parte do trabalho que a pessoa faz sem pensar: copiar, conferir, lembrar-se de avisar. Na prática, o que muda é a pessoa deixar de fechar a folha de cálculo às 19h e passar a olhar para o que a folha dizia. Nas empresas que servimos, o efeito foi cortar horas extraordinárias, não pessoas.
Quanto custa?
Depende de quantos processos, quantos sistemas envolvidos e quantas exceções cada um tem. Uma rotina que lê um sistema e avisa alguém é um projeto curto; um fluxo de aprovação com regras por valor e por perfil é maior. Recebe o valor fechado da primeira etapa, em euros e sem surpresas, antes de começar. A lógica do preço está na página sobre quanto custa software à medida.
Trabalham à distância? E o RGPD?
Sim. A equipa está no Brasil e trabalha de forma remota — a tarde em Portugal coincide com a manhã no Brasil, e as reuniões marcam-se no seu horário. Uma automação corre na sua infraestrutura ou na nuvem que escolher, na União Europeia se assim preferir; os dados pessoais que ela toca ficam nos seus sistemas, com acessos registados. Quando o projeto o exige, assinamos um contrato de subcontratante nos termos do RGPD.

Que tarefa é que a sua equipa repete todas as semanas?

Descreva o processo e quem faz o quê. No prazo de um dia útil respondemos a dizer o que é possível automatizar, o que não vale a pena e por onde começar.

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