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Indústria · produção

Monitorização de produção

Quanto a linha produziu, quanto parou e porquê — no próprio dia, não no fecho do mês. Registo de produção sem papel, motivo de paragem com nome, OEE calculado sozinho e relatório que fecha sem ninguém voltar a digitar. A nossa equipa soma 25 anos de indústria.

Ecrã do sistema de monitorização de produção: OEE, utilização, desempenho e qualidade, com a produção diária por máquina
Ecrã do sistema de produção que entregámos, sem identificação do cliente. Interface em português do Brasil.

Quando medir a produção deixa de ser opcional

O que não se mede no turno vira discussão no mês seguinte. E discutir um número em que ninguém confia custa mais caro do que o sistema.

  • Ninguém sabe quanto a linha produziu até alguém fechar a folha de cálculo ao fim do dia.
  • A máquina parou, mas o motivo registado é sempre «diversos».
  • A meta do turno discute-se de memória, porque o número chega tarde demais.
  • O desperdício só aparece no fecho do mês, quando já não há como corrigir.
  • Cada encarregado tem a sua folha de cálculo, e nenhuma bate certo com a do outro.

O que o sistema faz

O âmbito sai do seu processo: os motivos de paragem, os produtos e os turnos são os seus, não os de um catálogo.

Registo de produção sem papel

O operador regista na própria linha, ou a contagem vem diretamente da máquina. O que foi produzido chega ao sistema na hora, não ao fim do dia.

Motivo de paragem com nome

A lista de motivos é definida pela sua equipa. A paragem deixa de ser «diversos» e passa a ser a informação que orienta a manutenção.

OEE calculado sozinho

Disponibilidade, desempenho e qualidade a partir do que a linha regista — sem ninguém montar uma folha de cálculo para chegar ao número.

Meta do turno no ecrã

Quanto já saiu e quanto falta, visível na linha e no escritório, a atualizar durante o turno — enquanto ainda dá para reagir.

Desperdício e retrabalho

Quanto se perdeu, onde e porquê, separado por produto, turno e máquina. É o que transforma perda em causa identificada.

Fecho automático

O relatório do turno e do mês sai do próprio registo. Ninguém volta a digitar, e por isso ninguém discute de que folha veio o número. Se precisar, exporta para o Sage, PHC, Primavera ou Cegid.

Perguntas frequentes

Tenho de instalar um tablet em cada máquina?
Não necessariamente. Onde a máquina já comunica num protocolo padrão (Modbus, OPC-UA), a contagem vem dela e não precisa de ninguém a registar. Onde não comunica, um ponto por linha costuma chegar — pode ser um monitor simples ou o telemóvel do encarregado. O levantamento define isto antes de comprar seja o que for.
As minhas máquinas são antigas. Ainda é possível?
É, e é o caso mais comum. Uma máquina antiga costuma aceitar um sensor simples de contagem ou um módulo de comunicação barato, sem mexer no comando. Quando nem isso é viável, o registo manual bem feito já resolve o essencial: passa a ter o número no próprio dia, e não ao fim do mês.
Isto é um MES?
Faz parte do que um MES faz, sem o peso de um. Um MES de mercado costuma trazer módulos que não vai usar, licença por posto e um projeto de implementação longo. Aqui começamos pelo que dói — normalmente o registo e o motivo de paragem — e o resto entra quando a operação o pedir.
Os operadores vão mesmo usar?
É a parte que mais derruba projetos destes, e por isso é tratada primeiro. Se o registo custar mais do que alguns segundos, deixa de ser feito na semana seguinte. Desenhamos o ecrã com a lista de motivos que a sua fábrica usa de facto, em botões grandes e sem exigir um login demorado a cada registo.
Como funciona uma equipa remota numa fábrica física?
O desenvolvimento é remoto — a nossa equipa está no Brasil e trabalha à distância, disponível para fábricas em Portugal. A ligação às máquinas precisa de alguém no local para instalar o sensor ou ligar o equipamento de recolha à rede — normalmente a sua manutenção, acompanhada por videochamada. O registo manual não precisa de nada no local além de um navegador.
Percebem de produção ou só de software?
Das duas coisas. A nossa equipa soma 25 anos de indústria, incluindo produção, processo e gestão de fábrica. Na prática, a conversa sobre setup, desperdício e meta de turno não começa do zero — e conseguimos dizer quando um indicador vai gerar discussão em vez de decisão.

Vamos começar por uma linha?

Diga-nos quantas máquinas são e o que hoje só descobre ao fim do mês. Respondemos no prazo de um dia útil com um caminho.

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