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Integração

Integração de sistemas e ERP

Os seus sistemas não comunicam, e alguém paga por isso a voltar a escrever tudo. Fazemos o ERP (Sage, Cegid, PHC, Primavera), a loja online, a fábrica e o banco trocarem dados sozinhos — sem substituir o que já funciona, com rotinas monitorizadas e código que é seu.

Ecrã de máquinas de um sistema de fábrica integrado com o ERP do cliente: cada equipamento com modelo, código, estado da ligação e última produção registada
Sistema de fábrica que entregámos, integrado com o ERP do cliente: o que a máquina produz chega à gestão sem ninguém voltar a escrever. Sem identificação do cliente. Interface em português do Brasil.

Quando a integração se paga

O custo de sistemas que não comunicam não chega em fatura: chega em horas de gente, stock errado e decisões tomadas com números velhos.

  • A encomenda entra na loja online, alguém copia-a para o ERP, e o stock dos dois nunca bate certo.
  • A produção é registada no sistema da fábrica e escrita outra vez no de gestão ao fim do dia — quando alguém se lembra.
  • O financeiro exporta o ficheiro do banco, corrige à mão e importa-o no ERP todas as segundas-feiras.
  • Cada fornecedor de software diz que a culpa é do outro sistema, e a integração nunca avança.
  • Já ouviu «é só substituir tudo pelo nosso» e sabe quanto custaria parar a empresa para isso.

O que entregamos

Do mapa do que existe ao código documentado. Sem substituir nada que ainda serve.

Levantamento do que já existe

Quais sistemas, quais dados, quem escreve o quê e onde. Sai um mapa de uma página: cada informação e o caminho que percorre hoje. É comum descobrir que metade do trabalho repetido não precisava de existir.

Integração por API, ficheiro ou base de dados

Quando o sistema tem API documentada, usamo-la. Quando só exporta ficheiros (CSV, XML, SAF-T), lemo-los numa rotina automática. Quando a base de dados é acessível, integramos aí. Escolhemos o caminho que o outro lado permite, não o que fica bonito no papel.

ERP a comunicar com a operação

Encomendas, stock, produção e faturação a fluir entre o ERP e os sistemas de fábrica, loja online e frota. O que a máquina produziu chega ao ERP sem folha de cálculo; o que o ERP faturou volta ao painel da operação.

Rotinas que correm sozinhas

Sincronização à hora certa, com registo do que passou, do que falhou e porquê. Uma falha vira alerta para a pessoa certa, não uma descoberta no fecho do mês.

Uma só verdade para cada dado

Definimos consigo qual o sistema que manda em cada informação — ficha de cliente, preço, stock — e os outros seguem-no. É o que acaba com o «qual dos dois está certo?».

Documentação e entrega do código

Cada integração documentada: o que lê, o que escreve, com que frequência. O código é seu. Se um dia mudar de fornecedor, ninguém fica refém.

Perguntas frequentes

Tenho de mudar de ERP para integrar?
Não, e na maioria dos casos é precisamente o contrário: integramos para não ter de mudar. O ERP guarda anos de histórico e a equipa já sabe usá-lo. O que costuma faltar é o resto comunicar com ele. Só recomendamos a troca quando o sistema atual não tem API, não exporta nada e não dá acesso à base de dados — e mesmo assim dizemo-lo antes, não depois de vender.
Integram com Sage, Cegid, PHC ou Primavera?
A pergunta certa é menos qual o ERP e mais o que ele expõe. Os ERP mais usados em Portugal — Sage, Cegid, PHC, Primavera, e também SAP Business One e Odoo — têm API ou exportação documentada. Sistemas mais pequenos ou antigos por vezes só exportam ficheiros, e isso também se resolve. No levantamento confirmamos com o seu fornecedor o que é possível antes de propor seja o que for.
E a faturação certificada?
Não substituímos o software de faturação certificado pela Autoridade Tributária: a fatura continua a ser emitida onde já é. O que fazemos é alimentá-lo — a encomenda da loja online ou a ordem de produção chega ao programa de faturação sem ser escrita à mão — e trazer de volta o que foi faturado para o painel da operação. O IVA e o SAF-T continuam a sair do sistema certificado.
Quanto tempo demora uma integração?
Uma integração de um fluxo (encomenda da loja online para o ERP, por exemplo) costuma ficar pronta em semanas. O que define o prazo é a qualidade da documentação do outro lado e quantos casos especiais existem no seu processo: desconto por cliente, artigos compostos, produto por encomenda. Começamos pelo fluxo que mais dói e o resto entra depois, com o primeiro a correr.
A integração deixa de funcionar quando o ERP atualiza?
Pode acontecer, e por isso nasce monitorizada: cada execução regista o que passou e o que falhou, e uma falha vira alerta. Quando o fornecedor muda a API, ajustamos na manutenção mensal combinada antes. Integração sem monitorização é a que descobre que parou quando o cliente reclama.
Trabalham à distância? E os dados pessoais e o RGPD?
Sim: a equipa está no Brasil e trabalha de forma remota, com reuniões por videochamada no seu horário — a tarde em Portugal coincide com a manhã no Brasil. Uma integração não precisa de ninguém no local: precisa de acesso às API e às exportações, que se dá e se retira à distância. Os dados pessoais que passam pela integração (clientes, moradas, NIF) ficam nos seus sistemas e na sua infraestrutura; os acessos são registados e, quando o projeto o exige, assinamos um contrato de subcontratante nos termos do RGPD.

Diga-nos que sistemas usa e onde o mesmo dado é escrito duas vezes

No prazo de um dia útil respondemos a dizer o que é possível integrar, por que caminho e por onde começar.

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