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Indústria · manutenção

Software de gestão de manutenção

Plano de manutenção preventiva que avisa sozinho, ordens de trabalho no telemóvel do técnico, histórico que não se vai embora com quem sabe e o custo real de cada equipamento — para decidir reparar ou substituir com números na mão. A nossa equipa soma 25 anos de indústria.

Ecrã de equipamentos do sistema: cada máquina com modelo, código, estado da ligação e último registo
Registo de equipamentos de um sistema que entregámos, sem identificação do cliente. Interface em português do Brasil.

Quando a manutenção corretiva já saiu cara demais

A manutenção reativa não aparece como custo de manutenção: aparece como produção perdida, horas extraordinárias e peças compradas com urgência.

  • A manutenção só é chamada quando a máquina já parou.
  • O histórico de cada equipamento está na cabeça de quem está há mais tempo na casa.
  • Ninguém sabe dizer quanto uma máquina custou de manutenção no ano.
  • A peça crítica acaba precisamente no dia em que faz falta.
  • O plano preventivo existe no papel, mas não há como provar que foi cumprido.

O que o sistema faz

Os dados são os da sua fábrica: os equipamentos, os planos e as causas de avaria que a sua equipa já usa.

Plano preventivo que avisa

Cada equipamento com o seu plano e a sua periodicidade. O sistema avisa quem tem de executar e regista quem executou — a preventiva deixa de depender da memória.

Ordens de trabalho no telemóvel

Abertura, execução e fecho pelo próprio técnico, com fotografia e observações. Funciona onde não há rede e sincroniza quando volta.

Histórico por equipamento

Tudo o que já aconteceu com aquela máquina num só sítio — mesmo depois de o técnico que sabia de cor sair da empresa.

Stock de peças críticas

O que há, o que está a acabar e o que costuma faltar, ligado às ordens de trabalho que consumiram cada item.

Custo por máquina

Quanto cada equipamento consumiu em peças e em horas de equipa, em euros. É este número que sustenta a decisão de reparar ou substituir.

Preditiva onde se paga

Com a máquina já lida por sensor, o alerta pode chegar antes da avaria. Indicamos só onde se justifica — nem todo o equipamento compensa.

Perguntas frequentes

Isto é um CMMS?
Cumpre o mesmo papel, com outro modelo. Um CMMS de prateleira costuma cobrar por utilizador e trazer campos obrigatórios que não são da sua realidade — o que leva o técnico a preencher qualquer coisa para conseguir fechar a ordem. Aqui os dados são os da sua fábrica, e o sistema é seu, sem licença por técnico acrescentado.
Tenho de instalar sensores para começar?
Não. A maior parte do ganho vem antes de qualquer sensor: plano preventivo cumprido, histórico centralizado e custo por equipamento. Os sensores entram depois, e só onde a paragem é cara o suficiente para justificar — normalmente um punhado de máquinas, não todas.
Os meus técnicos não são muito de computadores. Vai funcionar?
É a primeira coisa que tratamos. O ecrã do técnico é feito para ser usado com as mãos sujas e no telemóvel: poucos campos, lista de causas que ele já conhece, fotografia em vez de texto longo. Se fechar uma ordem der trabalho, o sistema morre em dois meses — isso vale mais do que qualquer funcionalidade da lista.
Dá para trazer o histórico que já tenho em folha de cálculo?
Sim, e vale a pena. Importamos a lista de equipamentos e o histórico que existir, mesmo desorganizado — é o que faz o sistema nascer já útil, em vez de começar vazio e levar um ano até ter memória. Se as peças e os custos vivem no Sage, PHC, Primavera ou Cegid, ligamo-nos a eles.
Como funciona uma equipa remota numa fábrica física?
O desenvolvimento é remoto — a nossa equipa está no Brasil e trabalha à distância, disponível para fábricas em Portugal. A gestão de manutenção não precisa de nada no local além do telemóvel do técnico e de um navegador. Só quando entram sensores é preciso alguém no chão de fábrica para os instalar — normalmente a sua própria manutenção, acompanhada por videochamada.
Percebem de manutenção ou só de software?
Das duas coisas — a nossa equipa soma 25 anos de indústria, com passagem por manutenção e automação e por projeto de máquinas. Na prática, isso muda o que o sistema pede no ecrã: quem já preencheu ordens de trabalho no chão de fábrica sabe que campo é útil e qual só existe para atrapalhar quem está à espera com a máquina em paragem.

Vamos olhar para o seu plano de manutenção?

Diga-nos quantos equipamentos são e como o plano é controlado hoje. Respondemos no prazo de um dia útil com um caminho.

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